No âmbito do Módulo de Desenho Vetorial da disciplina de Oficina Gráfica,os alunos construíram um Super -Herói em que a sua face seria a do próprio aluno. Inicialmente os alunos na disciplina de português fizeram uma autobiografia e um autoretrato escrito, de forma, a transmitir aos outros os seus traços psicológicos e o seu percurso de vida. De seguida, os Encarregados de Educação selecionaram alguns poderes dos alunos, ajudando na construção de um Super-Herói.
E assim, surgiram os seguintes Super- Heróis:
Agradeço que os próprios encarregados de educação que colaboraram na construção do Super-Herói, comentem neste blog se o trabalho dos vossos familiares correspondem ao Super-Herói que idealizaram. Agradeço a vossa disponibilidade e deixo a promessa que as personagens idealizadas irão regressar...
No âmbito do Módulo de Impressão I, os alunos do 2ºL desenvolveram o grafismo para uma tshirt alusiva ao tema "Graphic Design" para impressão em serigrafia (máximo 2 cores).
A tshirt da Sílvia Fernandes foi selecionada pela turma e será impressa pelos alunos.
Os alunos da turma 2ºL desenvolveram um projeto de impressão em linóleo no âmbito das disciplinas de Oficina Gráfica e Desenho e Comunicação
Visual.
Em DCV foi realizado um projeto de simplificação da
forma de uma árvore e inclusão do texto TIMBER. Posteriormente, em Oficina
Gráfica, os alunos criaram as suas formas digitalmente através do
desenho vectorial e preparam a arte final do ficheiro. O projeto foi
concluído com a impressão em linóleo utilizando uma cor sobre papel
colorido e texturado.
Um designer holandês criou um tipo de letra especial destinado a tornar mais fácil a vida das pessoas que sofrem de dislexia. Chama-se "Dyslexie" e, de acordo com um estudo independente, funciona mesmo.
Christian Boer, que é, também ele, disléxico, começou a desenvolver o projeto enquanto ainda estudava, em 2008. O primeiro passo foi tentar otimizar a tipografia de uma forma que fosse eficaz consigo próprio e, depois de o ter conseguido, recrutou outros oito disléxicos desconhecidos para o ajudar.
Durante a segunda fase do processo, convidou-os a ajudá-lo a redefinir o formato das letras até que a leitura se tornasse, efetivamente, mais fácil e, antes de o conseguir, precisou de muitas e muitas horas de trabalho.
"Posso dizer que trabalhei na vírgula durante quatro horas e, para aperfeiçoar a letra 'a' foram necessárias mais de 12 horas', contou o designer à Co.Design, evidenciando o esforço por trás de cada uma das letras e sinais de pontuação.
Uma das características mais marcantes deste tipo de letra é um "peso" extra, acrescentado às suas pontas de modo a torná-las mais carregadas, o que, segundo Boer, auxilia na experiência de leitura.
A nova tipografia foi testada através de um estudo independente da Universidade de Twente, na Holanda, e mostrou ser bastante funcional: 21 alunos foram sujeitos à leitura de textos escritos neste tipo de letra e, ao fazê-lo, observou-se que cometiam menos erros.
"Espero conseguir ajudar os disléxicos, de modo a que a luta diária nesta sociedade de informação seja um pouco menos dura", acrescentou Boer. De acordo com o criador desta nova tipografia, a "Dyslexie" não é "uma cura, mas pode funcionar como uma espécie de cadeira de rodas".
A Galeria do Pátio da Casa da Cerca - Centro de
Arte Contemporânea, em Almada, inaugura no dia 4 de fevereiro, às 17
horas, a exposição "A Magia da Polaroid 1948 - 2010". Uma coleção de
Raul Cunca, constituída por 60 modelos de máquinas fotográficas
instantâneas Polaroid, representativas do período de produção da
empresa, balizado pelos anos de 1948 (ano da produção da primeira
máquina instantânea) e de 2010 (ano da comercialização da primeira
máquina instantânea digital). Os exemplares que constituem esta
mostra celebram a memória da popularização da fotografia instantânea e
do inventor Edwin Herbert Land, fundador da Polaroid Corporation, sendo
um exemplo do espírito empreendedor norte-americano que conseguia tornar
as invenções em produtos de acesso fácil, chegando aos utilizadores
através da sua produção massificada. A constituição da empresa é
também contemporânea do nascimento do design industrial nos EUA, sendo
possível reconstruir este momento através de um percurso pelas máquinas
fotográficas e documentos da época apresentados na exposição. Os
primeiros exemplares expostos foram concebidos pelos mais notáveis
pioneiros do design industrial norte--americano: Walter Dorwin Teague,
Henry Dreyfuss e Albrecht Goertz. A exposição é ainda apresentada
através de um livro que ilustra a coleção e a documenta,
contextualizando as máquinas fotográficas instantâneas, quer enquanto
objetos técnicos inscritos na cultura material, quer pela sua
importância como objetos paradigmáticos da história do design.
Ana Raminhos e José Barreiro vencedores do prémio "Almada Terra de Mérito"
Ana
Inês Raminhos, de 20 anos e José Tiago Barreiro, de 17 anos, estudantes
da Escola Secundária Cacilhas-Tejo, consideram que o talento é como “um
dom, ter habilidade e vocação para uma determinada área.”
O
prémio, atribuído a ambos, foi considerado pela qualidade do seu
portefólio e curriculum onde se destaca, entre as várias participações
com mérito na sua Escola Secundária Cacilhas-Tejo, a elaboração dos
cartazes do “Mini Fórum Estudante” e “Mostra de Escola Cacilhas-Tejo”.
Foram reconhecidos, a nível nacional e internacional, no Concurso
“Grande C – Design de Capa” e no “Young Creative Chevrolet – Artes
Visuais” onde ganharam o 1.º prémio nacional e o 3.º prémio europeu.